Barbosa

Em 2005, quando o dramaturgo inglês Mark Ravenhill escreveu a peça Produto, o Reino Unido havia acabado de sofrer o segundo maior atentado terrorista de sua história. Motivados pela participação da Grã-Bretanha na Guerra do Iraque, quatro britânicos muçulmanos, três paquistaneses e um jamaicano explodiram três trens do metrô londrino e um dos famosos ônibus de dois andares que circulam por toda a capital inglesa, deixando centenas de feridos e 52 vítimas fatais.

Passado o choque inicial, não tardaram surgir piadas politicamente incorretas sobre o assunto, como acontece com qualquer grande tragédia do Holocausto ao 11 de Setembro. Rir do medo de sentar ao lado de um cara vestido com túnica e turbante no metrô ou no avião tornou-se lugar comum em todo o mundo, mais especialmente nas cidades em que árabes e paquistaneses compõem grande parte da população, como em Londres, por exemplo.

Impecavelmente interpretado por Coslov, o protagonista um insano diretor de cinema passa os 60 minutos da montagem contando a absurda história de seu próximo filme para uma jovem (e muda) atriz em ascensão, que ele deseja incluir no elenco de seu longa a qualquer custo.

  • CRIAÇÃO

    Mark Ravenhill

  • DIREÇÃO

    Ary Coslov

  • TRADUÇÃO

    Rachel Ripani

  • ANO

    2010

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“Billy Elliot“. O musical, baseado no filme de mesmo nome,  será apresentado no Credicard Hall, em São Paulo, entre os dias 2 e 18 de agosto. A responsável pelo projeto é a T4F. O elenco é composto por 45 atores e bailarinos que se revezam para contar a história do menino que, ao contrário do desejo de seu pai, trocou as luvas de boxe por sapatilhas de balé.
Billy Elliot estreou no West End em 2005, com músicas de Elton John e texto e letras de Lee Hall.  A direção do espetáculo é conduzida por Stephen Daldry, que também dirigiu o filme. Durante sua temporada em Londres, a peça foi indicada a nove prêmios Laurence Olivier, vencendo em quatro categorias: Melhor Musical, Melhor Ator, Melhor Design De Som e Melhor Coreografia. Os jovens atores James Lomas, George Maguire and Liam Mower, que interpretavam Billy, dividiram o prêmio de Melhor Ator.
O musical chegou à Broadway em outubro de 2008 e foi indicado a 15 prêmios Tony no ano seguinte, vencendo em 10 categorias: Melhor Musical, Melhor Texto para um Musical, Melhor Protagonista Masculino, Melhor Coadjuvante Masculino, Melhor Direção de um Musical, Melhor Coreografia, Melhor Orquestração, Melhor Cenografia e Melhores Designs de Som e Iluminação. Na Broadway, o prêmio de Melhor Ator foi compartilhado entre os atores David Álvarez, Kiril Kulish e Trent Kowalik. Esta foi a primeira vez que este prêmio foi dividido entre três pessoas.

  • TEXTO

    Lee Hall

  • MÚSICA

    Elton John

  • DIREÇÃO

    Stephen Daldry

  • TRADUÇÃO

    Rachel Ripani

  • DATA

    2013

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Paula Estefânia se desdobra para organizar a festa de aniversário perfeita para seu irmão mais novo, enquanto Rachel Ripani faz a mãe dos dois, que enrola o menino tempo o suficiente para ele ter uma surpresa mágica de aniversário.

  • PERSONAGEM

    Mãe

  • DIRETOR

    André Moraes

  • DATA

    2019

  • LOCAL

    São Paulo, SP – Brasil

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O casal Noeli (Camila Morgado) e Júlio (Murilo Benício) leva uma vida humilde, até que ficam ricos depois de criar um molho de tomate que fez sucesso nacional. Com o passar dos anos os dois vão se distanciando e um incidente é a gota d’água para a separação. Cada um em busca do melhor advogado para defender seu patrimônio, eles entram num processo de divórcio bastante conturbado.

Fazendo uma participação como uma amiga da protagonista que perdeu tudo para o ex marido no seu divórcio, ela mostra de maneira melancolicamente engraçada o pior cenário possível para nossa protagonista apavorada.

  • PERSONAGEM

    Carol

  • DIRETOR

    Pedro Amorim

  • DATA

    2017

  • LOCAL

    São Paulo, SP – Brasil

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 Rei Lear é dos personagens mais emblemáticos de Shakespeare. Nele, o autor combina a crueldade e a decadência humana. Octogenário, é o próprio condutor da vida que lhe resta. Num gesto de infantilidade, abdica do poder e das finanças, entrega-os de mão beijadas às filhas megeras e, de quebra, condena ao ostracismo a caçula que o tem com maior carinho. A lei da causa e efeito é implacável.
Tamanha densidade criou uma espécie de mito em torno do personagem. Para interpretá-lo, requer-se um ator com bagagem suficiente para sintetizar a fragilidade inerente. É com essa expectativa, alimentada pelo próprio, que Paulo Autran estrelou a montagem brasileira de “Rei Lear”.
Vê-lo em cena, de fato, compensa. Seu Lear casa-se com os 73 anos de idade. Cambaleando, reflete fisicamente o desequilíbrio do rei shakespeariano . Ator transita com vigor entre os jovens do elenco.
É o viés da loucura, porém, que melhor representa a força do intérprete maior do teatro brasileiro contemporâneo. A “fúria senil” de Lear, que envelheceu sem descobrir a sabedoria, salta aos olhos. Paradoxalmente, já que o bardo inglês faz da contradição uma regra, é nos instantes de puro delírio que o rei se mostra mais lúcido.
Quando caem o véu de Goneril (Karin Rodrigues) e Regan (Suzana Faini), as filhas impostoras, ele já está em processo adiantado de mergulho interior. Num lampejo, se arrepende de maldizer Cordélia (Rachel Ripani). Mas agora é tarde e as mortes são como que inevitáveis.

  • PERSONAGEM

    Cordélia

  • AUTOR

    William Shakespeare.

  • DIREÇÃO

    Ulysses Cruz.

  • DATA

    1996

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Hugo (Augusto Madeira), um homem de meia idade, pai solteiro e desempregado, aceita trabalhar na agência de encontros “O amor da sua vida”, comandada por sua prima Glória (Ângela Dippe). Atraindo diversos clientes que desejam encontrar sua alma-gêmea, Glória terá em Hugo uma peça fundamental para o sucesso de seu negócio. Ele fingirá ser o homem ideal para cada mulher cadastrada no sistema, de acordo com os gostos e desejos delas, e após conquistá-las, terá que desiludi-las, para que elas continuem em busca do par ideal. Durante esta difícil missão, Hugo encontra seu verdadeiro potencial: ajudar essas mulheres em seus conflitos pessoais.

Protagonista do episódio, Rachel Ripani interpreta uma mulher sozinha que se sente abandonada após seu namoradinho da escola não ter aparecido em um reencontro marcado 20 anos antes. O que ela não sabe é que ele apareceu no reencontro. Mas, ao não ser reconhecido por ela, foi embora envergonhado. Assim o protagonista Augusto Madeira reune esses amantes de maneira engraçada e romântica.

  • DIRETORES

    Daniel Rezende e Fernando Coimbra

  • PERSONAGEM

    Joana

  • EMPRESA

    Série - HBO

  • DATA

    2016

  • LOCAL

    São Paulo, SP – Brasil

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O Negócio é uma série de televisão brasileira produzida e exibida pela HBO Brasil. Foi criada por Luca Paiva Mello e Rodrigo Castilho, com roteiros de Fabio Danesi, Camila Raffanti e Alexandre Soares Silva. Conta com Juliana Schalch, Rafaela Mandelli e Michelle Batista como as protagonistas da série.

Três mulheres decidem mudar suas vidas quando entram no arriscado mundo do sexo. Bonitas e com formação universitária, elas aplicam técnicas de marketing e administração de empresas no exercício da nova profissão.

  • DIRETORES

    Michel Tikhomiroff, Júlia Jordão

  • PERSONAGEM

    Carla

  • DATA

    2016

  • LOCAL

    São Paulo, SP – Brasil

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O autor é Humberto Robles, hoje o dramaturgo mexicano vivo mais montado em todo o mundo. Com tradução e direção geral de Cacá Rosset e produção de Christiane Tricerri (que também está no elenco), a montagem aborda a resiliência e os conflitos femininos.
Como dramaturgia, o autor propõe um Teatro Cabaré, que vem de encontro com a pesquisa iniciada pelo Teatro do Ornitorrinco desde o início de sua formação, em 1977. Com três atrizes, performers, cantoras e dançarinas, a peça traz monólogos que se entrecruzam durante o decorrer do espetáculo, com cenografia, figurinos e músicas que dialogam com o cabaré alemão no sentido mais rigoroso e ao mesmo tempo popular da sua essência.

  • PERSONAGEM

    Patrícia

  • AUTORES

    Rachel Ripani, Christiane Tricerri e Angela Dippe

  • DIREÇÃO

    Cacá Rosset

  • DATA

    2018

  • LOCAL

    Teatro Sergio Cardoso

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Leandro Hassum faz um pai que se vê sozinho para criar a filha, e, quando a mãe da criança volta depois de anos exigindo a guarda, se vê em um conflito judicial. Rachel Ripani interpreta a diretora da escola, que pressiona para que o pai seja mais formal e responsável com a educação da filha.

  • PERSONAGEM

    Diretora da escola

  • DIREÇÃO

    André Moraes

  • DATA

    2016

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Júlia (Bianca Rinaldi), comumente chamada de Pequena Travessa pelos mais próximos, é uma garota simpática e bondosa, que vive com o pai Rafael (Wálter Breda) e com os dois irmãos mais novos em um conjunto habitacional. Linda e extrovertida, não demora para que seus amigos Caio (Fábio Villaverde) e Mercúrio (Nico Puig) se apaixonem por ela, mas a jovem só tem olhos para Alberto (Rodrigo Veronese), um jovem rico e comprometido com Débora (Rachel Ripani). Os dois se conheceram em um momento delicado: quando o pai da moça fica paraplégico após ser atropelado. Agora, Júlia precisa assumir as responsabilidades da casa para sustentar a família.

  • PERSONAGEM

    Débora

  • EMPRESA

    SBT - Novela

  • DATA

    2002/2003

  • LOCAL

    São Paulo, SP – Brasil

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