https://www.youtube.com/watch?v=vqlOAemn6Po

Em 2005, quando o dramaturgo inglês Mark Ravenhill escreveu a peça Produto, o Reino Unido havia acabado de sofrer o segundo maior atentado terrorista de sua história. Motivados pela participação da Grã-Bretanha na Guerra do Iraque, quatro britânicos muçulmanos, três paquistaneses e um jamaicano explodiram três trens do metrô londrino e um dos famosos ônibus de dois andares que circulam por toda a capital inglesa, deixando centenas de feridos e 52 vítimas fatais.

Passado o choque inicial, não tardaram surgir piadas politicamente incorretas sobre o assunto, como acontece com qualquer grande tragédia do Holocausto ao 11 de Setembro. Rir do medo de sentar ao lado de um cara vestido com túnica e turbante no metrô ou no avião tornou-se lugar comum em todo o mundo, mais especialmente nas cidades em que árabes e paquistaneses compõem grande parte da população, como em Londres, por exemplo.

Impecavelmente interpretado por Coslov, o protagonista um insano diretor de cinema passa os 60 minutos da montagem contando a absurda história de seu próximo filme para uma jovem (e muda) atriz em ascensão, que ele deseja incluir no elenco de seu longa a qualquer custo.

Compartilhe

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

Instagram


Previous Post

Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipiscing elit conubia nostra



Next Post

Nunc eu iaculis mi nulla facilisi aenean a risus sed luctus arcu